Lançado em 2008, O Incrível Hulk foi o segundo filme do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU), chegando logo após Homem de Ferro. Apesar de ser uma parte oficial da franquia, ele acabou ficando meio "isolado" ao longo dos anos, principalmente porque o papel de Bruce Banner passou de Edward Norton para Mark Ruffalo nos filmes seguintes. Mas será que o filme merece mais reconhecimento? Vamos conferir!
A trama acompanha Bruce Banner (Edward Norton), um cientista que foi exposto a uma quantidade extrema de raios gama durante um experimento e, desde então, se transforma na criatura incontrolável conhecida como Hulk sempre que sua raiva aumenta.
Vivendo escondido no Brasil, Bruce tenta controlar sua condição enquanto busca uma cura. Mas o general Thaddeus "Thunderbolt" Ross (William Hurt) está atrás dele, pois vê Hulk como uma arma militar em potencial. Para capturar Banner, Ross recruta o soldado Emil Blonsky (Tim Roth), que aceita ser modificado com um soro experimental.
Eventualmente, Bruce volta aos Estados Unidos e reencontra sua antiga paixão, Betty Ross (Liv Tyler). Mas a situação fica ainda mais complicada quando Blonsky se transforma no Abominável, uma criatura monstruosa e sedenta por poder.
No clímax do filme, Hulk e Abominável travam uma luta épica nas ruas de Harlem, Nova York. No final, Bruce foge mais uma vez, agora tentando controlar melhor sua transformação.
O filme termina com um gancho importante: Tony Stark (Robert Downey Jr.) aparece na cena pós-créditos, insinuando a criação de um time de heróis, preparando o caminho para Os Vingadores (2012).
O Incrível Hulk tem um tom mais sério e dramático do que os filmes posteriores do MCU. Enquanto Homem de Ferro trouxe um protagonista carismático e cheio de humor, Hulk tem uma pegada mais sombria, focada no lado trágico da vida de Bruce Banner. Isso pode ser um ponto positivo para quem gosta de histórias mais introspectivas, mas também pode afastar aqueles que esperam o estilo mais leve da Marvel.
As cenas de ação são incríveis, especialmente a batalha final entre Hulk e Abominável, que ainda é uma das lutas mais brutais do MCU. Além disso, a perseguição no Brasil, onde Banner foge pelos telhados de uma favela, traz um diferencial interessante para o filme.
Por outro lado, o desenvolvimento dos personagens poderia ter sido melhor. O vilão Abominável, apesar de ter um visual ameaçador, não tem uma motivação muito aprofundada além de querer ser mais forte. Além disso, a mudança de ator de Edward Norton para Mark Ruffalo acabou enfraquecendo a conexão do público com essa versão do Hulk.
Ainda assim, o filme traz momentos marcantes e ajudou a estabelecer elementos importantes no MCU, como a introdução do General Ross, que voltou a aparecer em filmes como Capitão América: Guerra Civil e Viúva Negra.
Se você quer conhecer toda a história do MCU, O Incrível Hulk é um filme que vale a pena assistir. Ele pode ter um tom diferente dos filmes mais recentes, mas entrega boas cenas de ação e uma visão mais dramática do personagem.
Lançado em 2008, O Incrível Hulk foi o segundo filme do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU), chegando pouco depois de Homem de Ferro. Apesar disso, muitos fãs acabam deixando essa história de lado, já que o personagem passou por mudanças significativas ao longo da franquia. Mas será que o filme merece mais reconhecimento? Vamos conferir!
O filme acompanha Bruce Banner (Edward Norton), um cientista que vive escondido após ser exposto a uma experiência com raios gama, que o transforma na criatura incontrolável conhecida como Hulk. Buscando uma cura, ele se isola no Brasil, tentando controlar sua raiva e evitar que o exército dos EUA o capture.
Porém, o general Thaddeus "Thunderbolt" Ross (William Hurt) não desiste de caçá-lo, pois vê Hulk como uma arma militar em potencial. Para capturá-lo, ele recruta Emil Blonsky (Tim Roth), um soldado de elite que se submete a um experimento e se transforma em um monstro ainda mais destrutivo: o Abominável.
Após várias perseguições e batalhas, Banner decide que não pode mais fugir de seu destino. Ele aceita sua condição e enfrenta Blonsky em uma luta épica pelas ruas de Nova York. No final, Hulk sai vitorioso, mas continua sua jornada de autodescoberta, encerrando o filme com ele fugindo novamente e aprendendo a controlar melhor sua transformação.
O longa termina com uma cena pós-créditos inesperada: Tony Stark (Robert Downey Jr.) aparece, sugerindo a criação de um time de heróis, preparando o caminho para Os Vingadores (2012).
O Incrível Hulk é um filme que divide opiniões. Ele tem uma pegada mais séria e sombria do que os filmes posteriores do MCU, o que pode ser um ponto positivo para quem curte histórias mais dramáticas. Além disso, as cenas de ação são intensas, especialmente a luta entre Hulk e Abominável, que ainda é uma das batalhas mais brutais do MCU.
Edward Norton entrega uma interpretação sólida como Bruce Banner, trazendo um lado mais introspectivo ao personagem. No entanto, devido a divergências criativas com a Marvel, ele acabou sendo substituído por Mark Ruffalo, que assumiu o papel a partir de Os Vingadores (2012). Isso faz com que muitas pessoas não considerem este filme tão essencial dentro da franquia.
Um dos problemas do filme é que, apesar das boas cenas de ação, a história não tem o mesmo carisma de outros filmes da Marvel. O desenvolvimento de Bruce Banner é interessante, mas o tom mais sério pode afastar quem espera o humor característico do estúdio. Além disso, o vilão Abominável, embora tenha uma presença ameaçadora, não tem muita profundidade além do desejo de se tornar mais forte.
Por esses motivos, O Incrível Hulk acabou sendo meio "esquecido" dentro do MCU. Mas, com a recente aparição do Abominável em Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis (2021) e de Hulk na série Mulher-Hulk (2022), o filme pode ganhar mais reconhecimento no futuro.
Se você quer conhecer toda a história do MCU, O Incrível Hulk é um filme que merece ser assistido, mesmo que tenha um tom diferente do restante da franquia. Ele entrega boas cenas de ação, uma história interessante e um Hulk mais brutal do que estamos acostumados a ver nos filmes mais recentes.
Lançado em 2008, Homem de Ferro não foi apenas o primeiro filme do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU), mas também o responsável por transformar Tony Stark em um dos personagens mais icônicos da cultura pop. Com um tom mais realista e um protagonista carismático, o filme marcou o início de uma nova era para os super-heróis no cinema.
A trama segue Tony Stark (Robert Downey Jr.), um bilionário gênio da tecnologia e dono das Indústrias Stark. Após demonstrar uma nova arma no Afeganistão, ele é sequestrado por um grupo terrorista chamado Os Dez Anéis, que exige que ele construa um míssil para eles.
Em cativeiro, Tony descobre que seus próprios armamentos estão sendo usados pelos terroristas e, ao invés de construir a arma, ele desenvolve uma armadura improvisada para escapar. Durante a fuga, ele percebe que precisa mudar sua empresa e sua vida.
Ao voltar para os EUA, Tony começa a aperfeiçoar sua armadura, criando o icônico traje vermelho e dourado, e decide usar sua tecnologia para combater ameaças. Porém, ele descobre que seu braço direito na empresa, Obadiah Stane (Jeff Bridges), estava envolvido na venda ilegal de armas e quer tomar o controle das Indústrias Stark.
O confronto final acontece quando Stane rouba a tecnologia da armadura e cria a Armadura do Monge de Ferro. No embate épico, Tony consegue vencer com a ajuda de sua assistente Pepper Potts (Gwyneth Paltrow) e do agente da S.H.I.E.L.D. Phil Coulson.
O filme termina com um dos momentos mais icônicos da Marvel: Tony ignora o plano de manter sua identidade em segredo e revela ao mundo que é o Homem de Ferro, abrindo caminho para tudo que viria a seguir no MCU.
Homem de Ferro foi um divisor de águas para os filmes de super-heróis. Antes dele, o gênero ainda não tinha atingido o nível de consistência que vemos hoje. O grande diferencial do filme está na construção de Tony Stark, que foge do estereótipo do herói perfeito e carrega uma personalidade sarcástica e arrogante, mas ao mesmo tempo carismática.
A escolha de Robert Downey Jr. foi simplesmente perfeita. Ele não apenas interpretou Tony Stark, ele se tornou Tony Stark. Seu jeito despreocupado, frases icônicas e evolução ao longo da trama fazem com que o público se conecte com o personagem desde o início.
Outro ponto positivo é que o filme equilibra ação, humor e drama de forma natural, sem exageros. As cenas de Tony testando as armaduras são divertidas, e o embate final contra o Monge de Ferro, apesar de não ser o mais épico da Marvel, funciona bem como um clímax para a história.
Se há um ponto que poderia ser melhorado, talvez seja o vilão Obadiah Stane, que apesar de ser um adversário decente para o primeiro filme, não tem um grande desenvolvimento e acaba sendo previsível.
Mas o maior legado do filme é o impacto que ele teve no MCU. Ele foi a base para tudo, e a cena pós-créditos, onde Nick Fury menciona a "Iniciativa Vingadores", fez os fãs surtarem e abriu as portas para um universo interligado que ninguém imaginava que daria tão certo.
Se você ainda não viu Homem de Ferro (2008), está perdendo o filme que iniciou tudo no MCU. Mesmo depois de mais de uma década, ele continua sendo um dos melhores filmes de origem de super-herói já feitos.
Lançado em 2019, Capitã Marvel chegou com a missão de apresentar uma das personagens mais poderosas da Marvel antes dos eventos de Vingadores: Ultimato. O filme trouxe uma nova perspectiva ao MCU, mergulhando no passado e explorando um período pouco abordado até então: os anos 90. Mas será que atendeu às expectativas dos fãs? Vamos conferir!
A trama acompanha Carol Danvers (Brie Larson), uma guerreira Kree conhecida como Vers, que faz parte da Tropa Estelar liderada por Yon-Rogg (Jude Law). No entanto, ela sofre de amnésia e tem flashbacks de uma vida que não consegue lembrar. Durante uma missão, Carol acaba caindo na Terra (em 1995) e descobre que já foi uma piloto da Força Aérea dos EUA.
Com a ajuda de um jovem Nick Fury (Samuel L. Jackson), Carol começa a juntar as peças do seu passado e descobre que era amiga da piloto Maria Rambeau (Lashana Lynch). Aos poucos, ela percebe que os Skrulls, raça alienígena antes vista como inimiga, na verdade estão apenas tentando sobreviver à opressão dos Kree.
A grande virada acontece quando Carol descobre que seus poderes vêm da explosão de um motor desenvolvido pela Dra. Wendy Lawson (Annette Bening), que, na verdade, era a alienígena Mar-Vell disfarçada. Isso faz com que Carol desbloqueie todo o seu potencial, se tornando a Capitã Marvel e enfrentando Yon-Rogg e os Kree para proteger os Skrulls.
No final, ela decide explorar o espaço e ajudar os Skrulls a encontrar um novo lar, enquanto Nick Fury começa a desenvolver a Iniciativa Vingadores, inspirado nela.
Capitã Marvel dividiu opiniões entre os fãs, e dá para entender o porquê. De um lado, o filme acerta ao trazer uma heroína poderosa e independente, além de expandir a mitologia do MCU ao explorar os Kree, Skrulls e a origem da Iniciativa Vingadores. Por outro, a construção da protagonista poderia ter sido mais envolvente, especialmente no desenvolvimento emocional da personagem.
Brie Larson entrega uma atuação sólida, mas o roteiro não permite que sua Carol Danvers tenha um arco tão profundo quanto outros heróis tiveram em seus filmes de origem. O humor, característico da Marvel, funciona bem em alguns momentos, principalmente na dinâmica entre Carol e Nick Fury, mas em outros parece forçado.
Os destaques ficam para os efeitos visuais incríveis e as cenas de ação, especialmente quando Carol finalmente assume todo o seu poder e derrota uma frota inteira dos Kree sozinha. Além disso, o gato Goose, que na verdade é um Flerken, rouba a cena e traz uma das melhores surpresas do filme.
Por outro lado, o vilão Yon-Rogg é pouco carismático e não chega a representar uma grande ameaça, o que tira um pouco da tensão da história.
Se você é fã do MCU, Capitã Marvel é essencial para entender a jornada da heroína e sua importância em Vingadores: Ultimato. Apesar de alguns problemas no roteiro, o filme entrega momentos divertidos, um visual incrível e uma protagonista que tem tudo para brilhar ainda mais no futuro da franquia.
O Universo Cinematográfico da Marvel (MCU) começou sua jornada com Homem de Ferro (2008), mas foi só em Capitão América: O Primeiro Vingador (2011) que vimos a origem de um dos heróis mais icônicos da franquia. O filme traz uma mistura de ação, guerra e heroísmo clássico, servindo como peça fundamental para a construção do universo Marvel.
A trama se passa durante a Segunda Guerra Mundial e acompanha Steve Rogers (Chris Evans), um jovem franzino e determinado que sonha em se alistar no exército dos EUA para lutar contra os nazistas. Apesar de sua saúde frágil, sua coragem e senso de justiça chamam a atenção do cientista Dr. Erskine, que o escolhe para um experimento secreto: o Soro do Super Soldado.
Após o tratamento, Steve se transforma no poderoso Capitão América, ganhando força, resistência e agilidade sobre-humanas. No entanto, seu propósito vai além da guerra convencional: ele precisa enfrentar a HIDRA, uma organização nazista liderada pelo temível Caveira Vermelha (Hugo Weaving), que busca o controle da mística Joia do Espaço (o Tesseract).
Com a ajuda de sua equipe, incluindo Bucky Barnes (Sebastian Stan) e Peggy Carter (Hayley Atwell), Steve embarca em missões perigosas para impedir os planos da HIDRA. O filme culmina com um ato heroico: o Capitão América sacrifica-se ao derrubar um avião carregado de bombas no Ártico. Ele desaparece por décadas, até ser encontrado e despertado nos dias atuais, preparando o terreno para Os Vingadores (2012).
"Capitão América: O Primeiro Vingador" é um filme que foge um pouco da tradicional fórmula de super-herói, misturando elementos de aventura clássica, guerra e ficção científica. A ambientação na Segunda Guerra Mundial dá um charme especial à história, trazendo um ar nostálgico que combina perfeitamente com a personalidade do protagonista.
A performance de Chris Evans é um dos maiores acertos do filme. Ele transmite não apenas a força física do Capitão, mas também sua essência pura e heroica, tornando fácil para o público se conectar com o personagem. Além disso, a química entre Steve e Peggy Carter adiciona um toque emocional à trama.
Por outro lado, o vilão Caveira Vermelha poderia ter sido mais explorado. Apesar de ser visualmente imponente e representar uma grande ameaça, sua presença no filme acaba sendo um pouco superficial, o que pode deixar alguns fãs querendo mais.
No geral, "Capitão América: O Primeiro Vingador" é um ótimo filme de origem, equilibrando ação, emoção e um enredo sólido. Ele estabelece perfeitamente a base para o futuro do personagem no MCU e, claro, traz um dos momentos mais icônicos da Marvel: a cena pós-créditos que anuncia Os Vingadores!
Se você ainda não viu, vale muito a pena conferir! O filme não é apenas a introdução do Capitão América, mas também uma peça essencial para entender o MCU como um todo. Além disso, sua mensagem sobre coragem e sacrifício continua sendo inspiradora, mesmo depois de tantos anos.
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